Covid-19: Região Norte começa a apresentar queda sustentável da doença

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Covid-19: Região Norte começa a apresentar queda sustentável da doença

De uma hora para outra, passamos a nos adaptar em diversos sentidos. Em virtude da pandemia, precisamos aprender novas formas de trabalho, consumo e de socialização. Mas com as restrições para sair de casa, precisamos principalmente levar para a sala de estar as atividades físicas que antes eram feitas em academias e parques.

Diante da ameaça que o novo vírus oferece à saúde das pessoas, manter um comportamento sedentário pode ser ainda pior. Isso porque a prática de atividade física melhora o sistema imunológico e ainda contribui para a proteção e o combate às doenças crônicas, que podem agravar as consequências do Coronavírus.

Cabe um destaque para a obesidade. Essa doença crônica estava mais presente nos óbitos de jovens que nos de idosos, de acordo com o boletim do Ministério da Saúde sobre a disseminação do COVID-19 no Brasil divulgado no início de abril. Nesse caso, a atividade física pode colaborar de maneira efetiva para a redução do acúmulo de gordura corporal e a melhora da saúde de forma global.

Saiba mais – Por que a obesidade é um fator de risco para pessoas com Coronavírus?

Tranquilizante natural

Manter a rotina da prática regular de atividade física pode oferecer também benefícios psicológicos, como promover a sensação de bem-estar. Esse é um fator importante a ser observado, uma vez que a nova rotina proposta pela pandemia pode ser um fator estressante e gatilho para a ansiedade.

Nesse sentido, manter a prática de atividade física ajudará no retorno das atividades de vida diária, após o período crítico de disseminação do novo Coronavírus. E as vantagens valem para crianças, adultos e idosos. Então, empurre os móveis da sala e aproveite o espaço para se movimentar!

Aproveite também para convidar as pessoas que moram com você para sair do sofá. Assim, praticar atividade física pode se tornar um momento familiar de entretenimento e socialização. Dessa forma, a Coordenação-Geral de Promoção de Atividade Física e Ações Intersetoriais, do Ministério da Saúde, orienta que para cada faixa etária existe um tipo de prática adequada.

PROFISSIONAIS DE SAÚDE

O novo boletim desta quarta-feira (15) também trouxe o balanço de infecções por coronavírus em profissionais de saúde que estão atuando, desde o início da pandemia, na assistência às pessoas com Covid-19. Até o dia 11 de julho, 866.068 casos de Síndrome Gripal (SG) suspeitos de Covid-19 em profissionais de saúde foram registrados no e-SUS Notifica. Destes, 180.028 (20,8%) foram confirmados para Covid-19.

As profissões que mais registraram casos da doença foram os técnicos/auxiliares de enfermagem (62.633), seguido dos enfermeiros (26.555), médicos (19.858), agentes comunitários de saúde (8.362) e recepcionistas de unidades de saúde (7.856).

Em relação aos casos e óbitos em profissionais de saúde por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), ou seja, pacientes internados, até o dia 11 de julho, 1.373 casos foram registrados no SIVEP-Gripe. Destes, 788 (57,4%) foram confirmados para Covid-19 e 405 (29,5%) encontram-se em investigação. As profissões que mais registraram casos de SRAG foram os técnicos/auxiliar de enfermagem (471), médico (271) e enfermeiro (267).

De acordo com o secretário em Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, o Ministério tem dado atenção especial a esses profissionais, como o fornecimento de Equipamentos de Proteção Invisual (EPI), por exemplo. Para ele, o sucesso na recuperação dos pacientes se deve principalmente a esses profissionais. “O Brasil dispara na frente com mais de 1 milhão e 250 mil recuperados”, apontou. “ Esse número reflete, e aí vai, o nosso reconhecimento de todos os profissionais de saúde, que têm trabalhado duro para salvar vidas”, ressaltou Arnaldo Correia.

“E se nós estamos recuperando a nossa população, é por que, sim, esse Ministério tem feito nos últimos meses, um esforço imenso para dar aos profissionais da ponta capacidade de manejo clínico dos seus pacientes. Acho que o país é um grande exemplo de combate da doença no mundo. Nós temos uma experiência que pode mostrar ao mundo, como a serviço público de saúde pode salvar vidas”, concluiu.

Por Adolfo Brito, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa

(61) 3315-2535/2351

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